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Contando fatos, verdadeiros!

A autora ousou escrever pequenas histórias ouvidas quando criança, meio às escondidas, pois pessoas que imigravam tinham dúvidas se deveriam colocar para seus descendentes o que passaram por anos em suas terras pátrias, e, o que deduziam iriam passar em um futuro próximo.
Geralmente possuíam posses, bens e emprego, religião que temiam perder, além da liberdade, mesmo que um tanto impedida pelas conturbações do século.
Nesse meio ouvir e não ouvir as conversas trocadas entre os adultos, a autora resolve voltar a um passado mais distante, onde seus antepassados paternos, optaram por aceitar um convite arrojado que os levaria para outro país, sem, no entanto, perderem os laços de amizades, as tradições, a língua e costumes de sua terra original, que era a Alemanha.
Iriam viver e conviver num país distante, onde discórdias ocorriam com seus vizinhos europeus, pois desejava ampliar suas fronteiras, apesar de ser o maior do mundo em área territorial.
Sabiam que o povo era visto como de gente guerreira, valente, morando em regiões de baixíssimas temperaturas, com pântanos, rios, montanhas, banhado por muitos oceanos, com uma população vista pela extrema religiosidade, primando pelas artes, música, literatura, danças clássicas e folclóricas, além de outras que o mundo passou a admirar até nossos dias.
Sabedores de outras características interessantes sobre esse país e seu povo, centenas de alemães, com rígidos princípios de vida, mas que sofriam as influências desastrosas que ocorriam naqueles finais de século, saíram do seu país para residir próximo da Corte de Catharina, eleita para casar com Pedro da Rússia.
Perguntarão alguns. E como uma pessoa de outro reino, cujo pai apesar de ser um prestigiado militar, pode interessar em ser convidada para ser futura esposa do nobre, que seria o futuro Czar de um imenso país?
Essa escolha, deu-se por negociações diplomáticas entre o Conde Lestocq, a imperatriz da Rússia reinante, além do rei Frederico II da Prússia, tudo para fortalecer os dois impérios: o russo e o alemão enfraquecendo assim o da Áustria, uma vez que o chanceler russo Bestuzhev insistia numa união russo-austríaca que não era o ideal.