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A escrita como hobby: Auditores Fiscais lançam obras literárias

Nelson Zanetti e Isabel Foggiatto têm a paixão por livros em comum

O Sindicato dos Auditores Fiscais da Receita do Estado Paraná (Sindafep) apoia todos os tipos de intervenções culturais. Em nosso site, você encontrará uma aba chamada “Fisco Literata” que consiste em divulgar livros escritos por nossos queridos Auditores Fiscais. No mês de março, conversamos com os escritores Nelson Zanetti e Isabel Foggiatto para conhecer um pouco mais sobre suas obras. Confira:

Isabel Foggiatto sempre gostou muito de ler e quando jovem escrevia poesias, mas com o passar do tempo acabou deixando esse hobby de lado. Em 2020, o sonho voltou à tona e ela lançou a obra “Vidas em movimento”, uma série de contos com histórias curiosas e reflexiNelson Zanetti e Isabel Foggiatto têm a paixão por livros em comum vas, que fazem da autora a protagonista na maioria das vezes.

Frutos da sua imaginação, os contos são sobre assuntos variados, como a relação entre mãe e filha, a vida em um orfanato, lembranças da infância e acontecimentos traumatizantes. São relatos que demonstram, de maneira detalhada, os percalços e coisas boas da vida. Impossível não se encantar com cada conto e cada “vida em movimento” desse livro.

Uma curiosidade é que a maioria das histórias do livro foram contadas pela avó da Isabel, que infelizmente faleceu no ano 2000. A obra é uma homenagem de Isabel à sua querida avó.

Em março, Nelson Zanetti lançou o livro “Se eu morrer no inverno, volume 2’’. O Auditor Fiscal aposentado sempre teve o desejo de escrever ficção, mas nunca havia se aventurado por esse mundo. Sua primeira obra foi uma autobiografia, que conta sobre como era o seu dia a dia no Fisco, lugar onde trabalhou durante anos até sua aposentadoria. Um livro sobre ficção não era a ideia inicial. Zanetti começou a escrever sobre atualidades, contando os principais fatos e crises que acontecem pelo mundo. “Quando eu estava na metade do livro, começou essa crise de calamidade pública - pandemia do coronavírus - e tive que incluí-la na obra. Eu comecei a fazer um acompanhamento da pandemia mundial, mas o livro só poderá ser concluído com a vacinação terminada”, explica Zanetti. A partir disso, surgiu a ideia de escrever uma ficção: “Foi a minha esposa que sugeriu que eu retomasse esse projeto e comecei a escrever”.

Se eu morrer no inverno - Volume 2 
“Se eu morrer no inverno’’ conta a inexplicável saga de Maximiliano Martins, o passageiro do tempo, que desperta perdido em um mundo utópico 319 anos atrás do seu tempo. Sua história começa no ano de 1701, passando pelo Brasil Colônia do final do ciclo da cana-de-açúcar, o início e o fim do ciclo do ouro no século XVII, atravessando todas as fases do ciclo do café no século XVIII. A descoberta surpreendente de possuir o poder de não envelhecer, não ficar doente e se recuperar de qualquer tipo de ferimento - até mesmo mortais - , força-o a viver uma vida de segredos e o obriga a não poder permanecer em uma mesma região por muito tempo. Transformado em um personagem andarilho e prisioneiro do tempo, assiste à História do Brasil sendo revivida em tempo real. Cruzou o tempo histórico de parte do Brasil Colônia e a íntegra do período do Brasil Império e Brasil República.

Poder e Patriotismo em Tempos de Crise: Parte I
Zanetti também lançou o livro “Poder e Patriotismo em Tempos de Crise: Parte I” - uma abordagem simples do cotidiano social dos povos sobre as bases legais estabelecidas e dos aspectos diferenciados entre as formas de governo do passado e do presente. As principais formas de poder aplicadas nas sociedades modernas, especialmente no Brasil. Títulos curtos, escritos no formato de matérias jornalísticas com o intuito de deixar a leitura suave. Sem jargões técnicos ou abrangentes, para facilitar o entendimento do leitor em cada um dos temas abordados. Destacando as formas de poder aplicadas na sociedade. Comentários curtos e sucintos quanto ao alcance dos atos praticados pela administração pública, cidadãos ou grupos, no que se refere às crises gerais e ao patriotismo decorrente das ações, bem como destaques negativos quando da prática constante de atos antipatrióticos que prevalecem nas sociedades em geral.
 

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